O palavrão pedagógico

Manda logo tomar no c*.

Tem hora que só um palavrão resolve. Nada de redobrar a paciência, contar até 10 ou lembrar de alguma prática meditativa. Solta, sem cerimônia, o palavrão entalado na garganta e pronto. Resolvido.

Essa semana um cientista viralizou porque respondeu uma fake news soltando um belo dum palavrão. A tiazinha foi lá nos comentários de uma matéria no Facebook, falou que a vacina estava matando pessoas e o cara soltou um “teu c*” como resposta. Digno. Cirúrgico.

Eu falo palavrão com alguma frequência. Na maioria das vezes de forma desnecessária, e isso me incomoda.

O palavrão é um “super poder” que deve ser usado em situações específicas. Uma arma, uma ferramenta que se desgasta se usada com frequência e de maneira incorreta.

O que caberia ao cientista? Ficar argumentando com a “tia do zap” usando termos técnicos? Ela não quer entender. Ela não quer saber a verdade. Ela só está lá pela zoeira, passando adiante os absurdos que recebe no “grupo da família”.

Aliás, se não fosse pelo palavrão do cientista, jamais saberíamos dessa história. Fiquei aqui tentando imaginar a reação dela ao ler a resposta. Certamente soltou um “vai se f*der, seu bosta!”.

O palavrão não deixa dúvidas. É certeiro. Mostra inclusive o que você sente.

Só não fale perto das crianças. Elas repetem tudo que os adultos falam e isso pode ser um problema. Mas quando for necessário – como no caso acima -, manda tomar no c* mesmo e sai andando. É o melhor que se tem a fazer. 😉❤

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s